Psicóloga e psicopedagoga

“A psicologia não pode dizer a alguém como deve viver sua vida. Pode, no entanto, proporcionar um meio de efetuar uma mudança pessoal e social”.
Albert Bandura

Quem sou eu?
Sobre minha trajetória profissional
Bem-vindo! Sou a Gabriela, psicóloga com aprimoramento em psicologia escolar, especialista em psicopedagogia pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie. Formada em Terapia cognitivo-comportamental da infância e adolescência e pós graduanda em Análise do comportamento aplicada para transtorno do espectro autista e deficiência intelectual. Experiência de 10 anos na área da psicologia organizacional, com recrutamento & seleção e gestão de pessoas. Atualmente atuando como psicóloga e psicopedagoga clínica, com atuação na avaliação e intervenção psicopedagógica, dificuldades de aprendizagem, transtornos do neurodesenvolvimento.


Psicoterapia
Quando buscar?
Fazer psicoterapia é cuidar da saúde mental, que é tão importante quanto a saúde física.
A psicoterapia ajuda a promover autoconhecimento e é uma aliada na aquisição de estratégias de resolução de problemas, regulação emocional e modificação de crenças disfuncionais que geram comportamentos prejudiciais. Pode ser realizada em qualquer faixa etária.
Além de preventiva, a psicoterapia pode contribuir de modo interventivo e no tratamento de transtornos, como a depressão, ansiedade e outros.
Se você está passando por um momento difícil, sem esperanças ou não sabe como lidar, busque ajuda!
Qual o papel do psicopedagogo?
Saiba quando buscar ajuda
O psicopedagogo clínico busca entender como o sujeito aprende e investiga as possíveis causas das dificuldades.
Através de uma avaliação psicopedagógica, que envolve a investigação de diversas habilidades, como, a memória, atenção, psicomotricidade, funções executivas, linguagem, escrita, aritmética, entre outras. Por meio de atividades lúdicas e testes padronizados, o psicopedagogo levanta hipóteses diagnósticas que indicam se as dificuldades são pontuais ou se são decorrentes de algum transtorno do neurodesenvolvimento.
Após realizar a avaliação, o psicopedagogo cria um plano de intervenção customizado para o seu paciente e se necessário, também faz o encaminhamento para outros profissionais.
O processo muitas vezes é difícil no início. Muitas crianças, adolescentes e famílias, chegam ao primeiro atendimento feridas emocionalmente, após muitas frustrações, cansaço e desesperança. Mas de forma estratégica e acolhedora, o psicopedagogo pode contribuir para que essas histórias ganhem novas narrativas.

Terapia cognitivo-comportamental
Entenda como funciona
Um dos objetivos da terapia cognitivo-comportamental, é ensinar o paciente a avaliar e questionar os seus pensamentos.
Os pensamentos são automáticos, não decidimos se queremos pensar ou não, estamos sempre pensando em algo! E nós criamos padrões de pensamentos a partir de crenças que são formadas lá na infância.
Esta teoria propõe que desde os primeiros estágios de desenvolvimento, as pessoas tentam entender o seu ambiente e começam a desenvolver percepções sobre si mesmas e os outros, a partir das suas interações com o mundo juntamente com sua predisposição genética. Com isto, elas formam crenças que se mantém ao longo da vida.
A notícia boa, é que as crenças disfuncionais, ou seja, que causam sentimentos que nos levam a sofrer e ter comportamentos prejudiciais para a nossa saúde mental, podem ser ressignificadas na terapia, e nesse processo novas crenças podem ser desenvolvidas.
Avaliar e questionar nossos pensamentos, é um aprendizado contínuo e pode ser colocado em prática em qualquer faixa etária.